Seplag divulga estudo sobre resultados do Censo 2010 para o analfabetismo em Sergipe.

Ascom/Seplag

A Secretaria de Estado do Planejamento Orçamento e Gestão (SEPLAG), através do Observatório de Sergipe publicou hoje, quarta-feira (14/03) estudo sobre o analfabetismo em Sergipe. Esse estudo teve como base os dados do Censo Demográfico 2010 (IBGE) e aborda o comportamento das taxas de analfabetismo para o Brasil, região Nordeste, além dos municípios e territórios sergipanos.

De acordo com o estudo, a taxa de analfabetismo entre pessoas maiores de 15 anos diminuiu no Brasil nos últimos 10 anos, passando de 13,63% em 2000 para 9,65% em 2010. O Nordeste apresentou uma taxa de 19,06%, sendo a maior entre as regiões brasileiras.

Sergipe atualmente conta com 278.221 pessoas de 15 anos ou mais de idade que não sabem ler ou escrever, representando um percentual de 18,4%. Apesar da taxa ser elevada, comparando o censo de 2000 com o de 2010, nota-se uma queda de 6,9% nesse percentual. Em 2000, Sergipe apresentava 25,32% de sua população analfabeta.

Quanto aos territórios de Sergipe, verifica-se que o Alto Sertão (Canindé de São Francisco, Gararu, Monte Alegre, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora de Lourdes, Poço Redondo e Porto da Folha) apresentam a maior taxa de analfabetos do Estado. Além disso, Canindé do São Francisco exibe a maior taxa do estado, representando 29,96%, enquanto Aracaju situa-se entre os menores índices. Embora os percentuais sejam ainda acentuados, verifica-se uma tendência de queda nas taxas de analfabetismo em todo o país, o que merece atenção de estudos mais aprofundados.

“O Observatório de Sergipe, além de subsidiar os gestores públicos com dados e informações, estudos e pesquisas em políticas públicas, se coloca à disposição da sociedade através da disseminação e divulgação de dados econômicos, geográficos, estatísticos e cartográficos que fomentem a realização de estudos e pesquisas acadêmicas em áreas estratégicas”, afirmou Walter Uchôa Dias Júnior, Superintendente de Estudos e Pesquisas e coordenador do Observatório de Sergipe.

Segundo o Superintendente, a interação com as instituições de ensino e pesquisa são fundamentais para a gestão pública, porque auxiliam na compreensão da dinâmica da sociedade no território sergipano.

“Ainda este ano, estamos realizando parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa a á Inovação Tecnológica de Sergipe (Fapitec) para realização de estudos e pesquisas que visam diagnosticar a pobreza e a vulnerabilidade social em Sergipe, e a situação da educação é um dos temas centrais a serem analisados”, afirmou Walter Uchoa.

A publicação completa, incluindo os dados utilizados para a elaboração do estudo, estão disponíveis no portal do Observatório de Sergipe através do endereço www.observatorio.se.gov.br.

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